Ops! Fiquei devendo uma. Não foi intencional e nem teve nenhum motivo absurdo ou desculpa boa. Pura distração... Só me dei conta na segunda de que se passara o domingo.
Sou bastante concentrada, não diria que muito, mas bastante, porém algumas coisas me distraem além do normal. Filmes por exemplo. Formulando melhor, acho que não é exatamente distrair-me, pelo contrário é concentrar-me em coisas alheias à minha “rotina funcional” de mãe, esposa, funcionária, blogueira.
Diante de um filme, alheia à muitas coisas fico eu. Sendo bom, desligo-me porque não resisto ao enredo, aos personagens, à fotografia, às atuações, ao roteiro, etc. Sendo ruim, não resisto a ficar diante dele com quase a mesma vidração reclamando do enredo, dos personagens, da fotografia, das atuações, do roteiro, etc. Só não é exatamente com a mesma vidração, porque se no mesmo horário estiver passando um filme bom, eu abandono o porcaria. Fora isso eu pego pesado.
Domingo passado eu estava assistindo um filme no horário que deveria estar postando. Nesse caso acho até que foi distraidamente mesmo. Não me lembro nem que filme era (desculpas). Lembro que não gostei muito ou nada, mas só formulei alguma crítica na segunda, quando me dei conta de que passara o domingo e eu precisava de algum tema que justificasse minha falta por aqui. Depois passou e até esqueci.
Normalmente não é assim que acontece. Quando um filme não me agrada, guardo rancor, falo dele com raiva (quase babando) e exagero nas observações. Sou capaz de desmotivar o espectador mais voraz. Assim também é com música, livros... chata de cansar! Meu marido já sugeriu, na verdade declarou enfaticamente, que a profissão ideal para mim é a de ONBUDSMAN.
Confesso que até gostei da idéia. Receber críticas, elogios e sugestões, avaliá-los, avaliar pessoalmente o objeto de tais comentários recebidos e formular mais direta e efetivamente novas críticas. Para fins construtivos, meios um pouco cruéis.
Quem sabe qualquer dia exemplifico aqui minha gana em encontrar defeitos. Só para ilustrar, tenho amigas que se recusam a assistir TV comigo.
É claro que com isso vem a velha história de “quem não sabe fazer, critica (ou ensina)”, o que eu concordo em certa medida, mas com uma larga folga de bom senso e sem generalizações.
A crítica se origina de muitas maneiras. Dentre as mais famosas estão o conhecimento excessivo sobre determinado assunto apesar da incapacidade de realizá-lo, o conhecimento sobre determinado assunto justamente pela vasta experiência em tê-lo executado ou vivido, ou mesmo por arrogância e prepotência.
Eu, como não sou detentora de nenhum conhecimento profundo que não intuitivo sobre a maioria das coisas das quais reclamo, entre as três alternativas acima, teria que me enquadrar em arrogância e prepotência.
Reconheço entretanto, em minha própria defesa, que a intuição não é algo que deva ser desconsiderado ou desmerecido apesar de não ser sempre suficiente para acertar ou embasar um comentário crítico. E que as opções acima mencionadas ( totalmente inventadas intuitivamente por mim), não são as únicas centelhas para as boas e más críticas.
Enfim, enquanto não trago aqui a pessoa insuportável que sou diante do que não me agrada, declaro para os que me estiverem a ler procurando (e encontrando) buracos e falhas a serem preenchidos por críticas igualmente cruéis às minhas, que aguardo por ouvi-las ou lê-las com imensa ansiedade. Dependendo do dia e da crítica, vou reconhecer, me penitenciar e policiar ou assumir que sou isso mesmo e ferre-se, ou vou desgostosa declarar que é inveja pura! Pelo menos estou aqui, vez por outra, dando minhas linhas a tapas.
Sou bastante concentrada, não diria que muito, mas bastante, porém algumas coisas me distraem além do normal. Filmes por exemplo. Formulando melhor, acho que não é exatamente distrair-me, pelo contrário é concentrar-me em coisas alheias à minha “rotina funcional” de mãe, esposa, funcionária, blogueira.
Diante de um filme, alheia à muitas coisas fico eu. Sendo bom, desligo-me porque não resisto ao enredo, aos personagens, à fotografia, às atuações, ao roteiro, etc. Sendo ruim, não resisto a ficar diante dele com quase a mesma vidração reclamando do enredo, dos personagens, da fotografia, das atuações, do roteiro, etc. Só não é exatamente com a mesma vidração, porque se no mesmo horário estiver passando um filme bom, eu abandono o porcaria. Fora isso eu pego pesado.
Domingo passado eu estava assistindo um filme no horário que deveria estar postando. Nesse caso acho até que foi distraidamente mesmo. Não me lembro nem que filme era (desculpas). Lembro que não gostei muito ou nada, mas só formulei alguma crítica na segunda, quando me dei conta de que passara o domingo e eu precisava de algum tema que justificasse minha falta por aqui. Depois passou e até esqueci.
Normalmente não é assim que acontece. Quando um filme não me agrada, guardo rancor, falo dele com raiva (quase babando) e exagero nas observações. Sou capaz de desmotivar o espectador mais voraz. Assim também é com música, livros... chata de cansar! Meu marido já sugeriu, na verdade declarou enfaticamente, que a profissão ideal para mim é a de ONBUDSMAN.
Confesso que até gostei da idéia. Receber críticas, elogios e sugestões, avaliá-los, avaliar pessoalmente o objeto de tais comentários recebidos e formular mais direta e efetivamente novas críticas. Para fins construtivos, meios um pouco cruéis.
Quem sabe qualquer dia exemplifico aqui minha gana em encontrar defeitos. Só para ilustrar, tenho amigas que se recusam a assistir TV comigo.
É claro que com isso vem a velha história de “quem não sabe fazer, critica (ou ensina)”, o que eu concordo em certa medida, mas com uma larga folga de bom senso e sem generalizações.
A crítica se origina de muitas maneiras. Dentre as mais famosas estão o conhecimento excessivo sobre determinado assunto apesar da incapacidade de realizá-lo, o conhecimento sobre determinado assunto justamente pela vasta experiência em tê-lo executado ou vivido, ou mesmo por arrogância e prepotência.
Eu, como não sou detentora de nenhum conhecimento profundo que não intuitivo sobre a maioria das coisas das quais reclamo, entre as três alternativas acima, teria que me enquadrar em arrogância e prepotência.
Reconheço entretanto, em minha própria defesa, que a intuição não é algo que deva ser desconsiderado ou desmerecido apesar de não ser sempre suficiente para acertar ou embasar um comentário crítico. E que as opções acima mencionadas ( totalmente inventadas intuitivamente por mim), não são as únicas centelhas para as boas e más críticas.
Enfim, enquanto não trago aqui a pessoa insuportável que sou diante do que não me agrada, declaro para os que me estiverem a ler procurando (e encontrando) buracos e falhas a serem preenchidos por críticas igualmente cruéis às minhas, que aguardo por ouvi-las ou lê-las com imensa ansiedade. Dependendo do dia e da crítica, vou reconhecer, me penitenciar e policiar ou assumir que sou isso mesmo e ferre-se, ou vou desgostosa declarar que é inveja pura! Pelo menos estou aqui, vez por outra, dando minhas linhas a tapas.
3 comentários:
Aliás, dando suas "ótimas" linhas a tapa. Podia ter lembrado qual filme. Quem sabe não começaria um debate?
Beijos,
Pai
Marcella , acho bom vc procurar um médico . sério ! nao lembrar o filme .. tsc tsc tsc .
Como eu vou poder te contar mais piadas se vc nao vai lembrar delas ?! preocupante .. logo agora que eu criei um imenso repertório pra vc .. hahhaha
beeijo , Lu .
Ops! Ficou devendo mais uma...
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