domingo, 1 de março de 2009

Meus filhos, meus tesouros. Dr. Delamare que me desculpe, mas copiei!

Danem-se minhas linhas anteriores, vou atacar pelo lado pessoal de novo! Estou até sentindo um pouco, porque prometera tentar não fazê-lo há tão pouco tempo e já não consegui por duas vezes (contando com esta). Desculpem. Só não sinto mais que só um pouco, porque trata-se de um bom motivo o que motiva essa recaída: Meu bebê 01 fez aniversário!
No último sábado, 28 de fevereiro, ele completou 6 (seis!) anos! MEU DEUS! Meu Deus, obrigada!
Seis anos se passaram de um tempo que me vai vaga a memória. Tanto ele me preencheu e ocupou, é claro, nesses últimos seis anos, que nem me lembro com exatidão do que era ser sem ele. Lembro que era diferente, lembro as vezes com alguma saudadezinha, não vou mentir, mas nunca com arrependimento.
Quando chegou meu pequeno, aprendi lições de uma grandeza infinita. Desaprendi umas tantas e temi mais um bocado de outras. Por mais que eu diga, por mais que se diga, que digam todos e todas, pais e mães, nunca ficará suficientemente dito o que é sê-lo,o que é tê-los, os filhos, essas coisas a que nos cedemos.
Sem querer puxar sardinha para o feminino dessa experiência, mas, nós mães que o sabemos tanto mais. Ainda assim sabemos aprendendo.
Essa coisinha que germina dentro da barriga, cresce, cresce, um belo dia sai e é inteiro. Sozinho. Precisa que dá gosto da gente, só para termos a ilusão de que é nosso, mas vai aprendendo, cresce, cresce, agora do lado de fora e aí a gente percebe que o mundo nos tomou foi de empréstimo, como se fossemos o ninho e a chocadeira. Com o tempo a casca em que tentamos mantê-los se rompe e depressa eles ganham o mundo pergunta a pergunta, tentativa a tentativa, surpresa a surpresa e em algumas decepções. Sozinhos, inteiros.
Seis anos se passaram e obviamente meu filhote 01 ainda não vai sair mundo afora, como muito menos o fez ano passado, apesar da minha preocupação registrada aqui a respeito da bicicleta que ele ganhara. Assim como ele poucas vezes se arriscou no presente de aro 20 de lá pra cá, eu agora apenas antecipo agoniada ao que ele há de fazer e que eu espero que assim seja, que ele conquiste o mundo, que venha a crescer saudável, desejoso de sair do ninhoeu e do ninhocasadamamãe, e que seja capaz de construir sua vida e que seja linda... Parece mais confuso do que realmente é, mas é complicado de sentir apesar de simples e natural.
É algo como pensá-los nossos, até os descobrirmos do mundo, aí os querermos de volta, mas sabendo-os de si próprios torcermos que conquistem sua melhor autonomia e os queremos ter formado habilmente para a liberdade (com responsabilidade preferimos). UFA!
Enfim, mais uma vez dei uma viajada aproveitando-me do aniversário do Bê! Foi mal, meu amor. FELIZ ANIVERSÁRIO.
Mamãe ama você tudo isso aí e mais infinito e assim mesmo, igualzinho, ama seu irmão.
Preparem-se, porque, se não antes, no aniversário do 02 eu provavelmente retomo esse tom apaixonado, meio bobo, muito viajandão e com certeza coruja.

2 comentários:

Unknown disse...

Não se preocupe em justificar assuntos, é ótimo ler qualquer um nos seus textos. Sou um pai babão.
Beijos,
Pai

paor disse...

Não foi Andre nenhum, nem sei de onde surgiu esse maluco, deu um perrengue qualquer e entrou a conta de alguém, fui eu mesmo quem comentou, o pai babão.
+ beijos,
Pai