E então, já é segunda – feira. Mais uma vez lá se foi o domingo e mais uma vez teve um pouco a ver com filmes... Admito, entretanto, que poderia ter postado depois da sessão, mas ficou muito tarde e eu estava muito cansada e um pouco aflita pela segunda-feira atarantada que seria. E foi.
Desta vez me lembro dos filmes que me fizeram dispersar, porém confesso abestalhada, que deixarei alguns decepcionados ao dizê-los! Tudo bem, lá vai ... vou dizê-los rápido e depois explico:
OS BAD BOYS e na seqüência, como se não bastasse, OS BAD BOYS II.
PAUSA. LONGA PAUSA... ... ... CARETAS, SURPRESAS, DECEPÇÕES, O QUE VIER .
Agora já chega e me explico: Sim, eu gosto de filmes nesse estilo “ação descabida com exageros cinematográficos e explosões absurdas’. Adoro 007, aprendi de pequena a saborear as intrigas de Bond, James Bond. Assisto até hoje e não me canso de assistir de novo e mais uma vez Máquina mortífera, adoro aquele filme com o Mel Gibson e a Goldie Hawn que não lembro o nome agora, assisti vorazmente Missão impossível I e II e aguardei com ansiedade que o terceiro desse as caras no telecine . Sou louca também por Indiana Jones. Pronto contei! Contribuição indubitável de meu pai para minha cultura da telona ou do videocassete, que era só o que existia na época em que ele alugava filmes para ver comigo e com meu irmão ou nos levava ao cinema. Assim foi que, apesar de meu marido não acreditar, eu assisti no cinema com meu pai e meu irmão OS BAD BOYS.
Achei divertidíssimo rever esse título de 1995 no domingo que passou. As roupas, as falas, o exagero, a irritação que senti agora diante de um filme que pareceu-me barulhento como certamente não deve ter sido lá em 95 no cinema. Achei tudo mais descabido que o normal, muitos exageros, alguma vasta cafonice, mas ainda me diverti bastante. Comentei sobre as explosões todas e todo o blá blá blá alto demais e quando percebi estava diante do título que dava continuidade ao enredo, OS BAD BOYS II. Ávida por comparações entre os dois, filmados com oito anos de intervalo, e procurando sutilezas que marcassem toda essa distância temporal , pus-me congelada diante da TV a ver sem piscar Martin Lawrence e Will Smith em presepadas sem fim no melhor estilo True lies (que a propósito consagrou todas as produções do tipo, justamente ao ironiza-las e que eu amo).
Pronto, aí está porque não ontem eu pude estar aqui. Perdoem-me os leitores que possam estar achando ser péssimo meu gosto, mas essa foi a mais pura verdade desse domingo que passou.
Caso ajude a melhorar meu conceito, deixo dito e bem claro, que não é só desses filmes que gosto. Um pouco antes de OS BAD BOYS, na tarde do mesmo domingo por exemplo, eu revi LADO A LADO (Susan Sarandom e Julia Roberts). E embora esse filme faça parte de um outro grupo de produções também suspeitas, nesse caso pelo exagerado apelo dramático como constituinte principal do enredo, há que ser reconhecida a versatilidade das minhas escolhas no último 29 de março.
Não se espantem os que estiverem a tentar me desvendar ou descobrir aqui como me vou contando nesse espaço. Tendo dito da contribuição paternal dos filmes que gosto, seria injusto não mencionar a maternal, que tende justamente para obras como LADO A LADO.
No caminho entre uma coisa e outra, durante uma coisa e outra, apesar de uma coisa e outra e a partir de uma coisa e outra aos poucos fui buscando coisas minhas, filmes meus.
Nas próximas quem sabe trago outras confissões cinematográficas, para ver se rendem debates ou pavor. Por enquanto melhor ficar por aqui antes que pareça uma desocupada que passa os domingos diante do hipnotizador...
Desta vez me lembro dos filmes que me fizeram dispersar, porém confesso abestalhada, que deixarei alguns decepcionados ao dizê-los! Tudo bem, lá vai ... vou dizê-los rápido e depois explico:
OS BAD BOYS e na seqüência, como se não bastasse, OS BAD BOYS II.
PAUSA. LONGA PAUSA... ... ... CARETAS, SURPRESAS, DECEPÇÕES, O QUE VIER .
Agora já chega e me explico: Sim, eu gosto de filmes nesse estilo “ação descabida com exageros cinematográficos e explosões absurdas’. Adoro 007, aprendi de pequena a saborear as intrigas de Bond, James Bond. Assisto até hoje e não me canso de assistir de novo e mais uma vez Máquina mortífera, adoro aquele filme com o Mel Gibson e a Goldie Hawn que não lembro o nome agora, assisti vorazmente Missão impossível I e II e aguardei com ansiedade que o terceiro desse as caras no telecine . Sou louca também por Indiana Jones. Pronto contei! Contribuição indubitável de meu pai para minha cultura da telona ou do videocassete, que era só o que existia na época em que ele alugava filmes para ver comigo e com meu irmão ou nos levava ao cinema. Assim foi que, apesar de meu marido não acreditar, eu assisti no cinema com meu pai e meu irmão OS BAD BOYS.
Achei divertidíssimo rever esse título de 1995 no domingo que passou. As roupas, as falas, o exagero, a irritação que senti agora diante de um filme que pareceu-me barulhento como certamente não deve ter sido lá em 95 no cinema. Achei tudo mais descabido que o normal, muitos exageros, alguma vasta cafonice, mas ainda me diverti bastante. Comentei sobre as explosões todas e todo o blá blá blá alto demais e quando percebi estava diante do título que dava continuidade ao enredo, OS BAD BOYS II. Ávida por comparações entre os dois, filmados com oito anos de intervalo, e procurando sutilezas que marcassem toda essa distância temporal , pus-me congelada diante da TV a ver sem piscar Martin Lawrence e Will Smith em presepadas sem fim no melhor estilo True lies (que a propósito consagrou todas as produções do tipo, justamente ao ironiza-las e que eu amo).
Pronto, aí está porque não ontem eu pude estar aqui. Perdoem-me os leitores que possam estar achando ser péssimo meu gosto, mas essa foi a mais pura verdade desse domingo que passou.
Caso ajude a melhorar meu conceito, deixo dito e bem claro, que não é só desses filmes que gosto. Um pouco antes de OS BAD BOYS, na tarde do mesmo domingo por exemplo, eu revi LADO A LADO (Susan Sarandom e Julia Roberts). E embora esse filme faça parte de um outro grupo de produções também suspeitas, nesse caso pelo exagerado apelo dramático como constituinte principal do enredo, há que ser reconhecida a versatilidade das minhas escolhas no último 29 de março.
Não se espantem os que estiverem a tentar me desvendar ou descobrir aqui como me vou contando nesse espaço. Tendo dito da contribuição paternal dos filmes que gosto, seria injusto não mencionar a maternal, que tende justamente para obras como LADO A LADO.
No caminho entre uma coisa e outra, durante uma coisa e outra, apesar de uma coisa e outra e a partir de uma coisa e outra aos poucos fui buscando coisas minhas, filmes meus.
Nas próximas quem sabe trago outras confissões cinematográficas, para ver se rendem debates ou pavor. Por enquanto melhor ficar por aqui antes que pareça uma desocupada que passa os domingos diante do hipnotizador...