domingo, 24 de fevereiro de 2008

MY SON´S TRULY FIRST BIKE

My son’s truelly first bike

My son’s truelly first bike is big, it´s done and in the middle of my living room. My son’s truelly first bike it’s not his first bike, it’s precisely the second, but now it’s for real. That’s why I feel like now it’s his truelly first bike. And it’s scary. My son’s truelly first bike makes me terrified.
Not because of the accidents that could happen wile he rides it, not because I thing it is to big for him yet, but because it looks like for trough. It has tires number 20, in our measures here in Brazil, and it looks like with it he’s going to get easily away from me. I look at it, there, in the middle of my living room as it is, and I see that this could be the very beginning of the distances he’s going to take from me so independently.
Of course that I’m worried about him falling while riding it, and I’m worried that he gets hurt because of a fall, but mostly I’m worried about what is going to happen to him after he gets far from me. I’m worried about everything that can happen to him that would make him feel hurt, I’m worried that he may fall apart. I’m worried of not being near when it happens, not to be able to hold him tied and tell him that things are going to be better. With tires like that, in his just (truelly) first bike, imagine where can he go, how distant and for how long. Tires number 20 for my five years old boy. Why? Why does he need it? Why did I bough it? Why the hell did he had to ask it for his birthday. I couldn’t deny it. Sure, for now I’m over reacting. It’s just a bike… for now… It’s a toy, it’s something that may even make us closer than we are. It’s a very good reason for all of us going together for a walk on a sunny Sunday. My son, me, his daddy and his brother, going out for an ice cream. As simple as it is. Just great.
Very soon after that, the classic scene of everybody together for the cause of learning how to ride the bike without the assistant wheels. Thank God. Thank God for moments like that. Please let it be many of them.
And for now I’m good, I mean, I’m still worried about lots of stuff that a mom usually worries about, but for now that’s ok. For that matter let the good moments come and let’s enjoy it the most. Wile we can, wile he doesn’t finds out that a bike it’s all it takes for him to start taking his own steps in to the world so big.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

DIFICULDADES E INCAPACIDADES

Confesso: no começo tudo estava indo muito bem, bastava que eu me sentasse diante do teclado e adentrasse ao BLOG, para muito vir às idéias. Aí... tudo. Férias acabam, aulas começam e com elas a ditadura dos uniformes (não para os filhos,que no meu caso ainda pequenos não se incomodam, mas para nós, mães, que passamos a semana num lava, seca e passa sem fim até que por fim e UFA chega a sexta-feira!). Então... ai, muita coisa, corre corre, veste daqui, arruma dali, olha a hora... Enfim...tudo. Todo esse monte de coisa e fiquei temporariamente assim assim. Ainda estou um pouco, hoje vou colar do caderno. Aquele que já contei, sabe?
Pois é, aqui trago mais ou menos como lá li do que antes escrevi, umas coisinhas sobre dificuldades e incapacidades.
Certamente que há algumas outras, mas aqui (lá) vão três coisa que observo ter muita dificuldade ou mesmo uma incapacidade neurológica de realizar:
1. Caminhar e beber água na garrafinha ao mesmotempo (rsrsrs mas é verdade!)
2. Dirigir e falar ao celular
3.Tocar qualquer instrumento musical (isso eu presumo,é claro, pq não tentei todos, mas nos que eu me arrisquei já deu para ver que não rola.)
Sobre a segunda das dificultades expostas, advirto que já o fiz uma ou outra vez, mas muito mal. Não é por ser caxias, ou querer me gabar de ser uma cidadã exemplar nem nada disso, é um fato neurológico, fisiológico, quem sabe organizacional da estrutura do meu ser ou puríssima estabanação mesmo (o mais provável) e a realidade é que não posso e não consigo atender o celular quando estou ao volante - POR FAVOR NÃO INSISTAM-
A questão da água e das caminhadas, prefiro nem comentar... sempre vai ter um engraçadinho para culpar a cor do meu cabelo... Faça-me o favor, né?! Comentário tão insuficiente e estúpido quanto dizer que o Lula não é capaz de governar o país porque não fala o português gramaticalmente estabelecido (vulgo,vulgar eu diria, "fala errado"). Venhamos e convenhamos, certamente não foi esse o fator determinante e nem a causa ou razão das @#%*@#$% que ele andou cometendo. O que quero dizer é que já tive cabelo de muitas cores nos idos tempos de aventuras tintorescas comuns a adolescentes, e mesmo então, não conseguia caminhar e beber água na garrafa ao mesmo tempo, assim comojá tivemos muitos presidentes e muito mais convencionadamente capazes e que fizeram @#$%**&%$# muito maiores. Talvez até o Lula sendo melhor letrado as faria da mesma forma ou pior. Opa, melhor parar senão a dificuldade toda vai ser mudar o rumo dessa prosa...
Quanto aos instrumentos, anotei logo em seguida lá no caderno:
Para lembrar - insistir em tentar tocar algum instrumento musical!

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

+ UM CONTO

Pelo CARNAVAL que passou(quase que há muito), este breve conto que ficou... Ah, para os que não apreciam muito, vou logo avisando: este é cheio de palavrões... (Ops, papai não vai gostar!)

NA CONCENTRAÇÃO

Porra, Betão, me deixa entrar aí, rapá! Não posso, cara, tô na merda aqui, tem neguinho de olho em tudo que é canto. Que isso, meu irmão? Faz três anos que marco presença na avenida, velho. Tu me conhece de outros carnavais. Tô dizendo que não dá,porra. “X-9” pra caralho, não ouviu, não?! Ô betão, qual é, cara, aí dentro eu dou um jeito, fico lá no meião, ninguém vai me ver... Tá surdo, porra? Tô dizendo. Olha em volta e presta atenção, Mané. Tá vendo o Zeca por aí esse ano? Não, porra! O cara foi pro olho da rua, porque deixou a Regininha da Império entrar sem uma ombreira. Uma ombreira, cara e ó que a mulhé é do samba desde que nasceu. Uma ombreira? Ah, Betão não fode! È sério, maluco, tá pensando o quê? ! Carnaval não é mais sair botando o bloco na rua, não. O bicho tá pegando, simpatia. Foda-se, Betão, vou entrar cara... Tá maluco, meu irmão? Olha pra ti ô coisinha. Dou uns dez de tu!
Que isso, velho, tu vai partir pra cima de mim? Tu acha que não? Tenta a sorte pra tu vê! Pô, Betão, na boa... aqui ó cem pratas na tua mão. Cenzinho só pra ti, hein?! Porra, cara, tá me enchendo o saco. Não rola, maluco, te manda, vai. Tu não tem coragem, Betão, qual é, a gente ficou amigo. São só umas peninhas, cara, plumas, sei lá...No adereço de cabeça, caralho! Essa porra aqui não é bagunça, não. Se tu fosse desfilar noutra escola, eu até não embarreirava, mas é a Mangueira, meu irmão.É minha escola, porra. Podia tá faltando um penacho só. Por mim tu não passa. Foda-se, Betão, eu vou entrar, dá licença...Te manda Playboy, tô avisando, cara, eu te conheço. Tu não tem amor porra nenhuma pelo carnaval. Quer entrar só pra se esfregar em mulata. Parece gringo, ô zona sul! Cada ano uma escola diferente, fantasia comprada em setembro, não sabe nem onde fica o barracão. Todo ano a mesma merda, tu chega aqui cheio de marra, cheio de gíria, se sentindo nascido no morro. Vai pra porra. Já disse, é a Mangueira, caralho, minha escola do coração, não sou eu que vou dá motivo pra ela perder ponto. Que isso, Betão? Calma aí, cara! Ta engrossando comigo porque? Essa merda ta caída e tu sabe. Não é só por causa de umas peninhas que faltam na minha cabeça que ela vai perder ponto, não. Tu também tá cheio de onda, escola do meu coração e nhé nhé nhé... Que merda é essa?! Não vai me deixar entra não? É? Vou te mandar a real: essa escolinha aí vai pro segundo grupo, seu merda!


Porra, betão, tá maluco, cara, tu quebrou o meu nariz, caralho!

Que isso, cumpadi, não faz isso comigo não, Betão. Me deixa entrar, cara, pelo amor de Deus...Presta atenção, pô, o amor da minha vida tá aí dentro, velho, na moral... É carnaval, playboy, tá cheio de amor por aí, procura outro. Agora se manda, vai. Vê se acha um lugarzinho pra assistir o show... já que tu veio até aqui não vale a pena perder o espetáculo.

É, já estava por ali, não valia mesmo a pena voltar pra casa. Arrumei um canto até bom, dava pra ver bastante coisa. Só isso. Esse ano foi só isso, fiquei de fora. Só fiz ficar com uma puta dor, o nariz sangrando e vi a Mangueira entrar...
Tive que rir... sozinho. Pior vai ser bolar uma resposta eficiente pra essa piadinha, que com certeza, vou ouvir pra caralho quando essa porra acabar...

domingo, 17 de fevereiro de 2008

FUNERAL

Enquanto isso, no outro lado da cidade, na verdade em outra cidade deste Estado, havia uma outra avó. Havia. Não há mais. No dia 14 de fevereiro de 2008 deixou de haver de fato, mas já fazia algum tempo que ela não se ia havendo muito bem. Nada bem.



Brincou meu irmão que era bom que eu tivesse uma boa desculpa para não postar-me aqui por tanto tempo, "tipo..."minha vó faleceu e eu fui no enterro dela que foi longe p caralho no meio de uma floresta em um lugar chamado secretario..."... ... De fato assim ocorreu, embora não tenha sido isso o que me afastou por um tempo destas linhas. Tanto melhor (para os que me gostam de ler), isso me troxe de volta para dizer um pouco também dela, minha outra avó.



Foi bastante confuso, porque envolveu muita coisa. Eu já estava um pouco hormonalmente descompensada, fui acordada com um telefonema às seis da manhã com a notícia, fui ao trabalho para uma reunião estúpida e desnecessária e de lá parti para o funeral. Com medo. Nunca antes estivera num funeral. Com muito medo.


Chegamos tarde, eu meu irmão e minha cunhada. Fomos os últimos a chegar... ficou uma sensação ruim de que estavam somente a nossa espera para o sepultamento e nós, netos desnaturados, os últimos a chegar. Tudo bem. Nada... Tudo bem, nada. Tudo indo, até que eu a vi ali, deitada sob uma quantidade mórbida e assustadora de margaridas, com apenas o rosto e as mãos sobre o peito à mostra. Fiquei esperando que ela se mexesse, minha cabeça não conseguiu concatenar direito a idéia da imobilidade definitiva e fiquei bastante aflita. Muito aflita, muito mesmo. Fiquei parada a certa distância do caixão, os olhos fixos no algodão que preenchia o vão que não se fechou na boca da vó. Minha mãe dopada, esquisita, sei lá, mais ou menos como ela já é de costume, um pouco para mais, fez uma brincadeira achando ser um momento bom para o risível:


"Não se conhecem? Deixa que eu apresento _ Vovó, Marcella, Marcella, vovó_" Sem graça. Nenhuma. Muito sem graça.


Se não a conhecia? Aqui vai um pouco dela como conheci, talvez alguém tenha a medida para dizer se o que eu tinha dela era suficiente para responder à pergunta.
Tinha setenta e tantos anos, acho que uns dez a menos que minha outra avó, mencionada na postagem anterior, mas ultimamente parecia ter uns cem a mais. Porém não simplesmente. Assim aparentava porque resistira brava e surpreendentemente a dois carcinomas graves. Gravíssimos, coisa de muito mais do que sete pontos na carteira... O primeiro foi na pleura, de leve, com metástase no pulmão e nas costas, se não me falha a memória, e o segundo bem simples, mais ou menos ali pelo CÉREBRO!!!!!!!!!!! Admiráveis cem anos a mais de uma verdadeira guerreira. Highlander começou a pensar que finalmente teria companhia em seu solitário mundo de sobrevivência a todos e até os jedis pensaram tratar-se de uma nova escolhida... Que a força esteja com você, vó, exatamente como esteve enquanto você resistia entre nós antes do derradeiro golpe sei lá por quem executado. Quem quer que tenha sido, se de fato alguém há que seja responsável por chamarnos daqui na hora que é nossa de ir, enfim, quem quer que tenha sido, muito sábio foi. Não era para esta minha vovó ficar de cama, sem fala, sem caminhadas nem longas nem curtas, sem habilidades manuais, sem nada, a deriva de quem a estivesse tomando conta. Melhor como está agora, descansada e independente de novo porque de ninguém precisamos para ir embora de vez.
Lembramo-nos, eu e meu irmão, durante o trajeto da viagem e o longo trajeto do cortejo (de fato o cemitério era longe pra caralho), de algumas lembranças que guardávamos da vó. Eram muitas. Com ela, muito próximos a ela, vivemos muitos anos.
Tarso lembrou-se das comidas: do queijo minas frito com açúcar, da calda de chocolate, da batata especial... Ele brincou sobre como ela estaria se tivesse posado para a morte como se para uma foto. Fazendo uma careta, ele acha. Ela adorava caretear, em muitas fotos assim o fez e talvez, se tivesse tido a chance de escolher, talvez tivesse morrido assim, divertida. Eu me lembrei de como ela dançava e gostava de dançar. Notamos que poderia ter sido apropriado tocar um forró que ela tanto praticava de arrasta pé em arrasta pé que freqüentava. Era muita coisa. Repetimos algumas vezes, para nos forçar a acreditar, que foi melhor assim e escolhemos ficar com as coisas boas. Havia algumas cruéis, porque todos nós temos e deixaremos não só boas coisas, mas era a hora de deixar pra lá. Mais vale uma vó boa no coração do que rancores pairando de algumas vezes uma vó mais malvada...
A saudade depois de passado o enterro, é que tomou mais forma. Uma besteira... Meu Tio, quando já estávamos indo embora, chamou-me no quarto, me entregou um dinheiro e foi dizendo "foi seu aniversário e sua vó gostaria de te dar um presente, você sabe que ela sempre fazia isso, por favor aceite". Carinho de vó, sabe? Aquela história batida do dinheiro que vovó me deu num envelope no meu aniversário e que é só meu, eu posso fazer o que quiser com ele... foi vovó que em deu... Fiquei chorosa. Vou sentir falta. Não do dinheiro(nunca é demais deixar bem claro), mas do carinho, da intenção, do presente batido que personificava doses de independência, me dava ares de independente,exatamente como ela gostava de ser.
Ainda vai na minha cabeça muita coisa. Muito estou reforçando para que fique bem gravado e num outro tanto ainda estou passando a borracha. Pode ser que ainda dure um tempinho esse processo, não sei, mas acho que só quando passar é que vou conseguir gastar o dimdim que minha vó me deu no dia do seu funeral.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Antes que o tempo acabe ou que eu me esqueça

Tenho medo de perder a memória. Dos medos que tenho, esse é um dos que me lembro de bastante tempo. Já tive pavor, quase pânico de perder a memória, hoje resta algum medo.
Era um pavor ou pânico velado, não tinha desespero nem nada, mas lembro-me (que bom!) de que nas minhas agendas eu fazia anotações com referências, por exemplo:
Leonor (mãe); Paulo (pai); Tarso (irmão)... coisas assim. Nas carteiras sempre carregava um cartãozinho em que escrevia o máximo de dados a meu respeito para,caso eu perdesse a memória, ter uma ajuda para saber quem sou. Não é exagero. Vão em frente se quiserem me achar um pouco maluca... por mim tudo bem, essa não é a questão central aqui.
O que quero dizer é que antes que o tempo se acabe ou nos esqueçamos é bom deixar registrado o que acharmos importante, ainda que pareça piegas ou bobo demais para dizer, gravar escrever ou expor. Tendo dito,pretendo hoje, hoje mesmo, declarar aqui um importante amor, porque se um dia a memória me faltar de maneira irrecuperável (ai que medo) mesmo não me lembrando, certamente no fundo sentiria que teria faltado dizer alguma coisa...
Vamos lá...
Sabe aqueles filmes ou piadas , que nos parecem ou soam tão magníficos a ponto de sentirmos uma imperativa necessidade de que outro partilhe dessas breves alegrias? Lembramos imediatamente de alguém que saberia exatamente de nossa emoção ou risada e na primeira oportunidade de encontro com essa pessoa, recontamos o filme ou a piada, o poema ou a prosa. Sem deixar escapar nem um detalhe, cena a cena, verso a verso, linha a linha, falamos, falamos, falamos e no fim da narrativa, fica a sensação de que ... Nada! parece que não surtiu todo aquele efeito que esperávamos... nessas horas eu acabo por acrescentar "você precisa ver(ouvir, ler...)!" Então, há na minha vida (graças a Deus) uma pessoa que, por mais minuciosamente que eu descreva, não é possível acreditar ou não acredita-se o suficiente que seja possível. É preciso conhecê-la! Muitos já me ouviram dizer brincando que "quero ser minha avó quando crescer"... Tudo bem, crescer já estou bem crescida, já entrei na categoria gente grande, então melhoro a brincadeira que é bem verdade: quero envelhecer como minha avó.
Alguns e algumas podem reclamar que ela não tenha sido a melhor das mães, ou das sogras. Tá certo, vocês têm todo o direito conquistado como filhos e noras ou genros que são ou foram... eu respeito, mas direito por direito, eu e todos os netos que quiserem se manifestar aqui, temos o direito de amá-la muito muito e dizer incansavelmente de nossa admiração. E eu o faço:
Ela tem nada menos que 88 anos, isso mesmo, eu repito caso você tenha achado que leu errado, - 88 anos(!!) e ossos fortíssimos de uma muito saudável moçoila de 20! Todos os dias caminha na praia, não tem empregada e mantém sozinha sua casa impecável. Arrasta a mesa, o sofá, a estante e varre cada canto do ap em Ipanema com rigor de General. Tem um gênio e tanto... Meu pai brinca que ela é do FBI - Federação das Baixinhas Invocadas (rsrsrs).. Toma as dores veementemente dos indefesos quando a causa lhe parece legítima e justa, arruma confusão no banco caso a tentem passar para trás (as histórias são incríveis, vocês têm que ouvir...) e cozinha como o quê, mas, tão autentica que é, prefere comer na rua para não ter tanto trabalho diariamente. Ingressou corajosamente no sapateado aos 87 anos e está aprendendo um novo idioma: Italiano, depois de ter cursado com louvor o espanhol, já na terceira idade! Conhece meio mundo... mais da metade melhor dizendo... quase todo, na verdade. Desde o dia 27 ou 28/01 ela está nos Emirados Árabes. Volta dia 18 deste mês (saudade). E... Ah! ... É claro, não poderia me esquecer... ela tem um vasto bestiário de expressões com a palavra ! Olha que maravilha, minha "vó Letu", com 88 anos e divertidíssimas expressões palavronescas!!
Exemplos:
Não gostou? Meta a mão no cú e rasgue
Ah! Vá cagar na praia e limpar o cú com as conchas...
Mais hein... Eta vó!
Enfim, antes que o tempo se acabe, que meu tempo acabe ou o dela, deixo aqui por escrito meu amor e minha necessidade imperiosa de partilhar com outros essa pessoa incrível, minha abuelita super pra frente que me ensinou, quando conversávamos sobre se eu devia ou não trocar de nome ao casar, ela disse:
"Nao importa que você seja Marcella Bueno, Aôr , de Britto ou do raio que o parta. O importante é você ser Marcella."
TE AMO MUITO, VÓ.